Enfraquecida, oposição ensaia reestruturação

Com uma presença mais frágil no Congresso, menos exposição nos horários eleitorais na televisão e recursos do fundo partidário mais limitados, a oposição chega a 2011 com a ambição de se reestruturar para ensaiar a volta ao poder na próxima eleição.

AE, Agência Estado

01 de janeiro de 2011 | 11h42

Após oito anos de governo Lula e com quatro anos de gestão Dilma Rousseff pela frente, as principais legendas oposicionistas, PSDB e DEM, saem debilitadas da cena eleitoral de 2010, num quadro considerado difícil pelos próprios dirigentes.

Para se fortalecer, começam 2011 com três apostas: usar seus governos estaduais como vitrines, tentar ser mais oposição no Congresso e arrumar a casa para as disputas municipais de 2012. Mas, para a receita dar certo, admitem ser necessário um pouco de "sorte": uma crise política na base aliada, que já teria começado em razão da partilha de cargos no governo, e um cenário econômico mais difícil do que o enfrentado nos anos Lula. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tudo o que sabemos sobre:
DilmatransiçãooposiçãoPSDBDEM

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.