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Tiago Queiroz/AE
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Empresários cobram explicações de Russomanno sobre denúncias na campanha

Candidato do PRB diz ter apenas dois processos na carreira e alega ser inocente em ambos

Ricardo Chapola, de O Estado de S. Paulo

11 de setembro de 2012 | 23h15

Cobrado pelo empresariado paulistano, o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, teve que se explicar sobre as denúncias que vem sofrendo durante a campanha e também sobre seu passado político. O ex-deputado foi questionado sobre ter sido acusado de forjar domicílio eleitoral quando disputou as eleições em Santo André, em 2000, e sobre ter sido acusado de pagar o salário de uma funcionária de sua empresa com o recursos da Câmara.

Durante um ciclo de debates promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o diretor-superintendente da Distrital Sudeste da entidade, Pedro Rodrigues, quis saber se Russomanno está "absolutamente seguro da impossibilidade de o seu nome ser barrado na legislação da Ficha Limpa".

O candidato agradeceu a chance de se explicar: "É claro que quando a gente está bem na pesquisa, inventam tudo o que se pode inventar".

Segundo Russomanno, não há chances de que ele se enquadre na lei. Ele declarou que tem apenas dois processos na carreira: um em que é acusado de forjar domicílio eleitoral para concorrer à Prefeitura de Santo André em 2010, e outro no qual consta ter usado verba pública para pagar o salário uma funcionária de sua empresa. Em ambos, Russomanno afirma ser inocente.

Russomanno também comentou sobre uma onda de acusações contra sua candidatura que têm circulado pelas redes sociais. Segundo disse, todas são "afirmações falsas e enganosas".

"Me acusaram de ter sido processado pela Ordem dos Advogados, nunca existiu esse processo", disse. "Me envolveram no caso Carlinhos Cachoeira, um absurdo. Nem conheço esse cidadão, nunca vi na minha vida."

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