Empresa é investigada na Europa

Investigações na França e na Suíça sobre o pagamento de propina pela Alstom para obtenção de contratos com o governo de São Paulo e estatais mostram que o suposto suborno teria como destino o "partido no poder" em São Paulo em 1997 - o PSDB -, o Tribunal de Contas do Estado e a Secretaria de Energia. Seis empresas offshore, duas controladas por brasileiros, teriam sido utilizadas para, supostamente, repassar propinas a políticos paulistas entre 1997 e 2001. Os pagamentos somariam pelo menos R$ 13,5 milhões. A Alstom nega a existência do esquema, que também é investigado pelo Ministério Público no Brasil.

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