Empreiteira e ex-presidente negam irregularidades

A assessoria da Odebrecht afirmou que "nunca teve qualquer condenação judicial por irregularidades em contratos em nenhum dos países onde atua" e negou as suspeitas sugeridas pelos documentos produzidos pela diplomacia americana. "A Odebrecht Infraestrutura não foi expulsa do Equador por acusações de corrupção. Em 2008 houve uma disputa de caráter técnico por problemas na fase de operação da hidrelétrica de San Francisco. O governo do Equador decidiu suspender todas as obras que a empresa estava executando naquele país."

O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2015 | 02h02

Ainda no caso do Equador, a empresa afirmou que "o projeto de irrigação Carrizal Chone em Manabí" ocorreu "por meio de um processo de licitação".

O Instituto Lula, que hoje responde pelo ex-presidente, disse que "os documentos revelam a atenção e interesse da diplomacia americana na disputa de mercados internacionais com o Brasil e suas empresas. Os autores dos documentos que têm que explicar o que escreveram neles." Sobre a investigação de suposto tráfico de influência, o instituto afirmou que o ex-presidente "é alvo de um conjunto de manipulações e arbitrariedades".

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