Em turnê europeia, Dilma aposta em vitória apertada do Brasil

Candidata do PT à presidência chegou na manhã de hoje a Paris, onde se encontrará com o presidente Nicolas Sarkozy

Andrei Netto CORRESPONDENTE / PARIS, O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2010 | 09h24

Óculos escuros. Na chegada, Dilma argumentou cansaço para não falar aos jornalistas

 

PARIS - A candidata do PT à Presidência chegou na manhã desta terça-feira, 15, à Paris, onde inicia sua turnê de cinco dias pela Europa. Dilma Rousseff chegou às 8h15min, em um voo de linha da Air France, acompanhada do secretário-geral do partido, José Eduardo Cardozo, e de alguns assessores, e foi recebida pelo embaixador do Brasil na França, José Maurício Bustani.

 

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Na chegada, Dilma usava óculos escuros e argumentou cansaço para não falar aos jornalistas presentes. A única pergunta que respondeu foi sobre o jogo de estreia da seleção brasileira contra a Coreia do Norte. Demonstrando moderação, ela afirmou que aposta na vitória do Brasil, mas com placar apertado. "Acho que vai ser 1 a 0, ou 2 a 0", estimou. Indagada sobre os autores, Dilma brincou: "Ah, aí já é demais!".

 

O confronto entre Brasil e Coreia do Norte é o único compromisso da agenda da candidata nesta terça-feira. Às 20h30min - 15h30min de Brasília -, ela assistirá o jogo em um bar do norte de Paris, o Cabaret Sauvage, onde haverá uma concentração de torcedores brasileiros.

 

Os compromissos políticos, porém, só acontecerão amanhã. No final da manhã, Dilma pode encontrar a secretária-geral do Partido Socialista (PS), Martine Aubry, em uma agenda ainda não confirmada. Às 17h, acontece a reunião mais importante, com o presidente Nicolas Sarkozy, no Palácio do Eliseu. Espera-se que os dois abordem, entre outros assuntos, da venda dos caças franceses Dassault Rafale ao governo brasileiro.

 

A turnê de Dilma pela Europa prossegue até o domingo. Nesse período a candidata ainda terá encontros com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, em Bruxelas, com o presidente do governo da Espanha, José Luis Zapatero, em Madri, e com o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates.

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