Alex Silva / Estadão
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Em recuperação, Bruno Covas adia retorno à Prefeitura para segunda-feira

Prefeito, que deveria voltar ao cargo nesta sexta, afirma que se sente melhor após radioterapia; Ricardo Nunes (MDB) continua chefiando Executivo paulistano

Bruno Ribeiro, O Estado de S. Paulo

28 de janeiro de 2021 | 19h21

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decidiu adiar o retorno dele à Prefeitura para a próxima segunda-feira, 1º de fevereiro, após tirar 10 dias de licença para se recuperar de sessões de radioterapia às quais se submeteu para combater o câncer que identificou em novembro de 2019. Covas deveria retornar nesta sexta-feira, 29, mas decidiu tirar uma licença particular de sexta a domingo. O vice, Ricardo Nunes (MDB), continua no cargo de chefe do Executivo.

O prefeito afirmou ao Estadão que se sente “bem melhor”, e que os efeitos da radioterapia estão passando. A equipe médica que decidiu pelo procedimento optou por esse tratamento após observar um inchaço em um dos gânglios linfáticos, localizado na região do tórax.

Covas descobriu estar com três tumores após exames para investigar uma trombose na perna esquerda. Um deles estava na cárdia (a transição entre o esôfago e o estômago), outro no fígado e outro em um dos gânglios linfáticos. Após se submeter a quimioterapia e imunoterapia, os dois primeiros tumores desapareceram. O terceiro persistiu e os médicos constaram, após exames, que ele havia feito com que o gânglio se inchasse. Aí houve a opção pela radioterapia, procedimento mais agressivo e que exigiu um tempo maior de recuperação. 

Presidente da Câmara em casa

O presidente da Câmara Municipal, vereador Milton Leite (DEM), chegou em casa na terça-feira, 27, após ficar internado por quatro semanas no Hospital Albert Einstein para tratar de covid-19. Ele deve presidir, na próxima terça-feira, 2, a primeira sessão do Legislativo paulistano do ano.

Leite foi um caso de reinfecção pela doença: ele havia recebido diagnóstico de infecção pelo coronavírus em abril de 2020, mas não havia necessitado de internação. Desta vez, o vereador de 64 anos chegou a ficar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas seu quadro não requisitou o uso de oxigênio.

 

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