Em programa, peemedebistas não citam petista

O programa partidário do PMDB, que foi ao ar na noite de ontem, em cadeia nacional de televisão, ressaltou as "escolhas" do eleitor na eleição presidencial e as do próprio partido dentro do governo. Com uma abordagem mais focada na sigla e menos no governo, os líderes peemedebistas não citaram a presidente Dilma Rousseff durante os 10 minutos do programa.

DANIEL GALVÃO , O Estado de S.Paulo

27 Fevereiro 2015 | 02h03

O vice-presidente da República e presidente nacional da legenda, Michel Temer, afirmou que o País precisa de uma agenda positiva. Sem citar a Operação Lava Jato, disse que a apuração de irregularidades não deve paralisar a vida produtiva do País. Temer também abordou a reforma política.

"O PMDB fez as suas escolhas; a primeira delas é a reforma política de verdade, a outra é prestigiar a liberdade plena de informação. Também é nosso propósito defender a iniciativa privada", afirmou. Para Temer, com o ajuste fiscal proposto pelo governo, o Brasil caminha para ter uma economia "mais forte e saudável".

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que "a responsabilidade do cargo" para o qual foi reeleito "exige reflexão, equilíbrio, humildade e perseverança para fazer mudanças que o atual momento do País requer". "É meu dever escolher e colocar em pauta de votação temas de maior interesse da sociedade."

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), citou a "longa caminhada" após ser eleito para comandar a Casa. Cunha avisou que quer "transformar oportunidade em mudanças". Ele disse que "foi iniciado o processo de votação de reforma política de verdade".

Mais conteúdo sobre:
O Estado de S. Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.