Em programa de TV, Russomanno diz ter sido assaltado

O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, apresentou propostas para a segurança no seu programa de televisão, exibido nesta segunda entre às 13h e às 13h30, dizendo já ter sido assaltado. "Você me conhece pela minha atuação em sua defesa. Sabe que eu já fui assaltado. Eu sei o que é não ter segurança", afirmou. Russomanno disse que, caso eleito, irá aumentar o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de 6 mil para 20 mil homens. "Vamos ajudar o governo do Estado a fazer a segurança", disse.

GUILHERME WALTENBERG, Agência Estado

10 de setembro de 2012 | 14h15

As propostas de mudança na atuação e aumento do efetivo da GCM receberam críticas do atual prefeito Gilberto Kassab (PSD) na semana passada. Em resposta, Russomanno disse que Kassab devia "enfiar o rabo entre as pernas".

José Serra, do PSDB, voltou a explicar sua saída da Prefeitura em 2006, após menos de dois anos no comando da Capital. O tucano também citou suas obras como prefeito e governador em São Paulo e contou com a participação do atual governador Geraldo Alckmin (PSDB). O programa terminou em ritmo de samba.

O candidato do PT, Fernando Haddad, apresentou sua biografia e contou com depoimentos de apoiadores de sua candidatura, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o cientista Miguel Nicolelis. Gabriel Chalita (PMDB) propôs construir mais escolas de ensino integral na Capital, até atingir todos os alunos. Ele também citou sua experiência como secretário estadual da Educação. "Eu sei como fazer (ensino integral), já fiz no Estado e vou fazer na Prefeitura", disse o candidato.

Soninha Francine, do PPS, relatou a dificuldade para os usuários de drogas se livrarem do vício com a estrutura atual do sistema de saúde público e prometeu que irá melhorar o serviço, caso eleita em outubro. Paulinho da Força (PDT) mostrou sua biografia, com destaque à infância pobre.

Levy Fidelix (PRTB )criticou as pesquisas de intenção de votos. Eymael (PSDC) disparou contra a situação da saúde municipal. "Isso não é saúde, é condenação", disse. Miguel Manso (PPL) criticou a situação da educação na cidade. Anaí Caproni (PCO) afirmou que "interesses de grandes empresas dão a tônica" da administração de Gilberto Kassab (PSD) e Ana Luiza (PSTU) propôs a estatização dos transportes.

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