ALESSANDRO BUZAS/FUTURA PRESS
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Em prisão domiciliar, Adriana Ancelmo barra entrada da PF em sua casa

Juiz informa que houve mal-entendido de nomes em lista de policiais que poderiam realizar procedimento feito momentos mais tarde

Mariana Sallowicz, O Estado de S.Paulo

05 de abril de 2017 | 15h29
Atualizado 05 de abril de 2017 | 16h27

Rio - O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, afirmou nesta quarta-feira que agentes da Polícia Federal foram na tarde de hoje à casa da ex-primeira dama do Rio Adriana Ancelmo fazer uma vistoria, mas tiveram a entrada recusada por ela num primeiro momento. A mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral está em prisão domiciliar desde a semana passada. No entanto, os policiais entraram no apartamento logo depois.

Na decisão sobre a mudança no regime prisional, Bretas autorizou a Polícia Federal a realizar inspeções no imóvel, sem prévia comunicação, entre 6 horas e 18 horas.

"Ela (Adriana) recusou a entrada deles porque eles não estão relacionados, não sei (o motivo)... Pedi que retornem e façam a comunicação para mim. Vou decidir a respeito disso", afirmou o juiz. Bretas afirmou ainda que recomendou que os agentes não insistissem.

Bretas explicou mais tarde que houve um mal-entendido entre a PF e Adriana. Isso porque tinha sido deixada pela PF uma lista de agentes que poderiam vistoria o apartamento, mas foram ao local outros policiais que não estavam na relação. Após os esclarecimentos, a vistoria foi feita.

A mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral está em prisão domiciliar desde a semana passada. Na decisão sobre a mudança no regime prisional, Bretas autorizou a Polícia Federal a realizar inspeções no imóvel, sem prévia comunicação, entre 6h e 18h. Adriana conseguiu na Justiça o direito de ir para prisão domiciliar, mas com a condição de que não teria acesso a internet ou telefone.

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