Em Pelotas, Dilma usa almoço com empresários para campanha

Com discurso sobre desenvolvimento econômico, ministra reforça candidatura de petista à Prefeitura local

Augusto Santos, especial para o Estado,

18 de outubro de 2008 | 16h23

Apesar do discurso focado no desenvolvimento econômico da região, durante almoço com empresários de vários segmentos e tendências, a visita da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a Pelotas, neste sábado, 18, teve caráter político-partidário. Na cidade que fica a 250 quilômetros de Porto Alegre, ela fez-se acompanhar de lideranças políticas locais e regionais ligadas ao Partido dos Trabalhadores, que no dia 26 disputa o segundo turno da eleição municipal.  Veja também:Prioridade é manter crescimento do emprego, diz Dilma Dilma dedicou a maior parte do tempo em que permaneceu na cidade, aproximadamente duas horas, para reforçar a campanha do candidato petista Fernando Marroni, na disputa pela prefeitura pelotense com o atual prefeito, Fetter Júnior, do Partido Progressista.  "É importante que a cidade tenha um prefeito alinhado com a proposta do governo federal, pois isso facilita o encaminhamento de projetos de interesse do município", resumiu a ministra, falando partidariamente. Sobre a região, Dilma reforçou o discurso governamental sobre investimentos que estão mudando a realidade econômica da Zona Sul do Rio Grande do Sul.  "Existe muita coisa boa acontecendo na região e muitas ainda estão por acontecer", falou, lembrando por exemplo o pólo naval, de Rio Grande. A ministra chegou a Pelotas por voltas das 12h30min. Durante almoço na churrascaria Lobão, com a presença de aproximadamente 120 pessoas, recebeu doces e lembranças da cidade, além de uma cesta de produtos da agricultura familiar, produzidos pela Embrapa Clima Temperado.  Após o almoço, Dilma gravou discurso para o horário eleitoral do candidato Fernando Marroni. Perto das 14h30min, ela deixou a cidade rumo a Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre.

Tudo o que sabemos sobre:
Dilma Rousseff

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.