Em nota, PT chama de 'equívoco' prisão de Vaccari 'sem provas'

Assinado pelo presidente, Rui Falcão, comunicado diz que a legenda espera que a "injusta sentença" seja revertida num novo julgamento

Daniel Galvão, Agência Estado

21 de setembro de 2015 | 21h32

São Paulo - O PT afirmou na noite desta segunda-feira, em nota, que a condenação “sem provas” do ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto foi um “equívoco”. De acordo com o comunicado, assinado pelo presidente nacional do partido, Rui Falcão, a legenda espera que a "injusta sentença" seja revertida num novo julgamento, em instâncias superiores.

“A decisão de primeira instância baseou-se exclusivamente em delações premiadas, sem qualquer prova material, e ainda tentou criminalizar o PT ao insinuar que as contribuições para o partido, todas legais e declaradas ao TSE, constituem-se em doações ilícitas”, rebateu. O juiz federal Sérgio Moro condenou nesta segunda-feira Vaccari a 15 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

"João Vaccari Neto construiu sua história nas lutas dos trabalhadores, em particular no Sindicato dos Bancários de São Paulo. Ao longo de sua vida, sempre cultivou a simplicidade e a humildade. Não enriqueceu na política, conforme já demonstrado quando da quebra de seus sigilos bancário e fiscal", diz o texto assinado por Falcão. 

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