DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
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Em nota, Dilma diz que 'acredita na isenção das instituições'

Manifestação ocorreu depois de as denúncias contra Eduardo Cunha e Fernando Collor serem apresentadas ao Supremo Tribunal Federal

Rafael Moraes Moura e Lisandra Paraguassu, O Estado de S. Paulo

20 de agosto de 2015 | 20h01

Brasília - O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT), divulgou na noite desta quinta-feira, 20, nota em que afirma que o governo da presidente Dilma Rousseff "acredita na isenção das instituições" que apuram as denúncias envolvendo a Operação Lava Jato.

Mais cedo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), divulgou nota em que afirma ser "muito estranho não ter nenhuma denúncia contra membro do PT ou do governo, detentor de foro privilegiado".  O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta quinta-feira, 20, a condenação criminal de Cunha por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

"O governo não irá se pronunciar sobre o conteúdo da manifestação do presidente da Câmara dos Deputados", diz Edinho, em nota. 

Mais cedo, depois de participar de almoço com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, a presidente Dilma Rousseff evitou comentar as acusações contra Cunha. "A Presidência da República e o Executivo não fazem análise a respeito de investigações. De maneira alguma. Nem a respeito de outros Poderes", desconversou Dilma.

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