Em Itápolis, Alckmin se esquiva de falar sobre cartel

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin em visita a Itápolis nesta sexta-feira, 17, tentou fugir de questões polêmicas, evitando comentar a denúncia do suposto cartel envolvendo obras do metrô de São Paulo e a empresa alemã Siemens. "Vamos apurar, o inquérito está aberto". Indagado se está incomodado com os protestos dos quais tem sido alvo, afirmou que "toda manifestação é legítima".

RENE MOREIRA, Agência Estado

16 de agosto de 2013 | 21h47

Alckmin esteve em Itápolis, no nordeste paulista, para assinar convênios na área de saneamento básico. Mas se viu obrigado a prometer recursos também para outros setores a 16 prefeitos da região e vereadores que o aguardavam no Cine Teatro, na área central.

O prefeito de Itápolis, Júlio César Nigro Mazzo (PRP), cobrou do governador massa asfáltica para duas estradas vicinais e lembrou Alckmin de que o tucano teve 60% dos votos válidos da cidade nas duas últimas eleições que disputou.

O governador ainda tentou sair pela tangente, afirmando ser um "um pai que tem 645 filhos" se referindo ao número de municípios paulistas. Depois citou o principado de Mônaco para argumentar que as cidades do Estado são muitas vezes maiores que aquele país europeu e que, por isso, as dificuldades são grandes.

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