Em Goiânia, protesto da CUT e de sindicatos foi pela Petrobrás

Ato reuniu cerca de duas mil pessoas na capital de Goiás e terminou sem confusão

Marília Assunção, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

13 de março de 2015 | 14h40

Goiânia - O ato convocado para esta sexta-feira, 13, pela pela CUT, CTB, Movimento dos Sem Terra e Movimento Camponês Popular, reuniu em torno de 2 mil pessoas em Goiânia, segundo os organizadores. Grupos que vieram de pontos diferentes da cidade, como da porta da Assembleia Legislativa, onde havia outra mobilização, foram engrossando a manifestação que começou com pouco mais de 200 pessoas. 

O protesto foi em defesa da Petrobrás, mas também contra o ajuste fiscal promovido pela presidente Dilma Roussef, sem falar em impeachment dela.

A mobilização começou às 10h no Coreto da Praça Cívica, onde foi encerrada pouco antes das 13h. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, que não registrou incidentes.

Compareceram deputados estaduais do PC do B e do PT, partido que administra Goiânia. O prefeito petista, Paulo Garcia, entretanto, não compareceu. A administração dele tem sido alvo de muitas críticas na limpeza, iluminação pública e saúde.

A presidente da CUT, Bia de Lima afirmou que estavam presentes as maiores organizações sindicais, como a dos professores e da saúde. "Também vieram 30 sindicatos e 10 movimentos populares e rurais".

      

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