Em evento, Serra se recusa a falar de eleição

Toda vez que inaugura obras no interior de São Paulo, o governador José Serra (PSDB) não aceita falar de sucessão presidencial. "Não vou falar de política, senão vocês (jornalistas) não falam do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) aqui", reagiu, ao ser perguntado se faria dobradinha com o governador mineiro Aécio Neves (PSDB), em 2010. Com quase duas horas de atraso, Serra chegou a Dracena e inaugurou mais um AME, que custou R$ 4 milhões e, com 40 médicos, tem capacidade de atender 170 pessoas por dia.

SANDRO VILLAR, Agencia Estado

21 de agosto de 2009 | 19h53

Num rápido discurso, ouvido por mais de 300 pessoas, ele falou muito de saúde e, sobre a lei antifumo, criticou a decisão da AGU (Advocacia Geral da União), que tachou a lei de inconstitucional. "É um erro da AGU", resumiu o governador. Serra confidenciou que faz fisioterapia e, perguntado sobre o motivo, respondeu que sofre de tendinite no ombro. "Alongamento me deu tendinite", respondeu, sorrindo.

Mais de 20 prefeitos de municípios da Alta Paulista estiveram em Dracena, de onde o governador seguiu para Assis, segunda etapa de seu giro pelo Interior. Serra inaugurou o trecho duplicado da Rodovia Raposo Tavares entre Assis e Maracaí, com 25 quilômetros, obra que custou R$ 106 milhões.

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