Em depoimento contraditório, vigilante diz ter ouvido fogos de artifícios na noite do crime

MACEIÓ, AL - A testemunha Manoel Alfredo da Silva, vigilante noturno da casa de praia de Paulo César Farias, disse esta manhã, em depoimento no Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, que ouviu barulho de fogos de artifícios durante toda a noite, na casa próxima a do empresário morto ao lado da namorada, Suzana Marcolino. O casal foi morto no dia 23 de junho de 1996, véspera de São João, data muito festejada pela população nordestina.

Carlos Nealdo, especial para o Estado,

07 de maio de 2013 | 10h33

Questionado pelo promotor Marcos Aurélio Gomes Mousinho sobre a possibilidade de ter ouvido os tiros que vitimaram o casal, o vigilante negou ter escutado algo, alegando que a casa ficava distante da entrada onde ele prestava serviço. Em depoimento contraditório, Manoel Alfredo revelou que os irmãos de Paulo Cesar Farias, Augusto e Cláudio Farias, além da namorada de Augusto, Milane Valente de Melo, estiveram jantando com o empresário, na noite de sábado, véspera da morte.

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