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Em conferência nacional, FHC defende que PSDB se aproxime da população

Ex-presidente afirmou que 'a força dinâmica' pertence às mulheres e aos jovens, que devem ser os principais interlocutores do partido

Laís Alegretti, Débora Álvares e Daiene Cardoso, de O Estado de S. Paulo,

18 de maio de 2013 | 14h33

BRASÍLIA - O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso defendeu que o partido se preocupe em se aproximar da população. "Temos que ouvir o país. O PSDB, Aécio Neves, tem que ser um PSDB muito próximo do povo", disse, durante a conferência nacional do partido, que elegeu o senador mineiro Aécio Neves à presidência do diretório.

 

FHC afirmou que "a força dinâmica" pertence às mulheres e aos jovens, que devem ser os principais interlocutores do partido. "Nós vamos ganhar porque vamos ouvir muito. Não teremos preguiça de andar por toda parte", disse, em referência à corrida ao Palácio do Planalto em 2014. O discurso dele, que foi apresentado como "o presidente que mudou o Brasil", durou mais de 20 minutos e foi fortemente aplaudido pelos militantes.

 

Economia. O ex-presidente exaltou as medida econômicas tomadas em seu governo. "Resolvemos enfrentar de cara o maior problema do pais, que levava o pobre a miséria, que era a inflação. Tivemos que ter confiança em nos próprios. Não foi fácil. Tivemos que explicar o que estávamos fazendo. Dizem que eles fizeram a estabilidade do Brasil, mas não", disse.

 

"Quando resolveram fazer as coisas certas - como fazem agora, a lei dos portos, - fazem de maneira equivocada, não explicando a todos e não compondo interesses. Fazem atrasado.", criticou.

"O Brasil está cansado do que está aí. O principal ministério desse governo é o de desinformação e propaganda. Hoje existe uma voz só, a voz do partido, do governo, do estado. As empresas do estado falam a mesma voz do partido", criticou.

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