Em Belo Horizonte e no Rio, paralisação e protestos

A greve dos servidores públicos federais paralisou as atividades na sedes do Ministério da Fazenda, da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e do Ministério da Saúde em Belo Horizonte, de acordo com as lideranças dos servidores. Segundo as informações do Sindicato dos Fiscais do Estado (Sindifisco) foram interrompidas também as fiscalizações realizadas pela Receita Federal em Minas. A manifestação conta também com funcionários do Banco Central e Polícia Federal. Cerca de 50 entidades do funcionalismo público participaram hoje da manifestação para protestar contra a proposta do governo federal para a Reforma da Previdência. Segundo informações dos manifestantes, alguns municípios do interior do Estado também enviaram caravanas de servidores para participar da greve na capital mineira. Está prevista a presença do deputado João Batista de Araújo, o Babá (PT-PA), que está sendo ameaçado de expulsão do partido por sua posição contrária à proposta do governo, para encerrar o ato público. Durante a tarde, serão realizadas assembléias com as diversas categorias que participam da greve, para discutir a continuidade da mobilização. Os servidores pretendem organizar uma marcha a Brasília, para realizar protestos no dia da votação da Reforma Previdenciária. Ato no Rio Os funcionários da Polícia Federal no Rio promovem ato contra a Reforma da Previdência a partir das 14h na frente da sede da PF na cidade, na Praça Mauá. A paralisação dos policiais federais é só hoje. O ato promovido pela PF será engrossado por fiscais da Receita, informou o vice-presidente da Delegacia Regional da Unafisco, Pedro De La Rue. Às 16h, representantes das duas categorias se reúnem a outras do funcionalismo público em outra manifestação, desta vez na Cinelândia: o Fórum Fluminense em Defesa da Previdência Pública.

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