Em Belém, Barbosa abre Encontro Nacional do Judiciário

O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, abriu na noite desta segunda-feira, 18, em Belém, o VII Encontro Nacional do Judiciário, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Sem atender a imprensa, ele entrou e saiu sem falar sobre o mensalão. Ressaltou a importância das metas do Judiciário para 2014 e aprovação dos macrodesafios para o período de 2015 a 2020. Barbosa fica na capital paraense até esta terça-feira (19) para o encerramento do evento.

GABRIELA AZEVEDO, Agência Estado

19 de novembro de 2013 | 00h28

"Varias deliberações serão tomadas com a finalidade de promover melhorias nos diversos segmentos da Justiça", declarou ele. O Ministro disse ainda que o evento será pautado na profissionalização da gestão do Judiciário, a partir do que já foi debatido entre os tribunais brasileiros. "Melhorar a governança judiciária com planejamento bem estruturado, construído de forma interativa com todos os órgãos da justiça e da sociedade. Isso que resultará na prática da alocação de recursos públicos da maneira mais eficiente possível, evitando desperdício do dispêndio do dinheiro público e gastos com iniciativas de pouco impacto", disse.

Segundo Joaquim Barbosa há algumas prioridades entre as metas do Judiciário. "Os compromissos vão perseguir a celeridade judicial, o aumento da produtividade para redução do congestionamento de processos, o julgamento prioritário das ações de improbidade administrativa, as ações relacionadas a corrupção e a priorização do julgamento de ações coletivas. Para concretizar essas ações é preciso prestigiar a gestão estratégica", afirmou.

O presidente do STF ainda garantiu que o berço dos problemas que a Justiça Brasileira enfrenta está na Primeira Instância. "A realidade que salta aos olhos a exigir o foco principal de nossas atenções. Está estampada no mau funcionamento da primeira instância da Justiça. O Primeiro Grau da Justiça é a porta de entrada, é a linha de frente, a vanguarda do Judiciário. Não há nada mais urgente no Judiciário que melhorar o Primeiro Grau de Jurisdição", declarou.

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