Em ato com Lula, presidente da CUT chama manifestantes para 'tomar Brasília'

Vagner Freitas também acusou a Operação Lava Jato de promover o desemprego no País; evento reúne ex-presidente e trabalhadores da indústria naval

Fernanda Nunes, O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2016 | 11h59

RIO - Em ato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 25, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, convocou os trabalhadores para manifestação em Brasília, na próxima segunda-feira, 29, quando a presidente afastada, Dilma Rousseff, será ouvida no Senado, no processo de impeachment.

"Vamos tomar Brasília de vermelho. Rumo à greve geral", afirmou Freitas, que participa de ato em frente ao estaleiro Eisa PetroUm, antigo Mauá, onde estão paradas as obras de construção de três navios contratados pela subsidiária da Petrobrás Transpetro.

Assim como a maioria dos sindicalistas que discursaram, o presidente da CUT acusou a Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na estatal petrolífera, de promover o desemprego no País. "A Lava Jato, a única coisa que lavou, foi o emprego do trabalhador. Porque os corruptos não estão sendo punidos, mas os trabalhadores perderam o seu emprego. Tem que punir as pessoas e não as empresas", disse o presidente da CUT. 

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