Eleitores farão caminho inverso no ano que vem

Psiquiatra que nunca votou no PT afirma que ano que vem o fará; já empresário petista votará em outro nome

Pedro Venceslau e Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

15 Novembro 2015 | 03h00

Em todas eleições desde o ano 2000, Paulo Ribeiro, de 49 anos, fez campanha para candidatos do PT no Jardim Canaã, região noroeste de São Paulo. Dono de uma imobiliária e presidente da Associação Leão Estrela, que dá assistência a adolescentes, ele diz que foi um dos responsáveis para que o prefeito Fernando Haddad alcançasse mais de 70% dos votos na região em 2012. No ano que vem, porém, Ribeiro vai estar ao lado de Marta Suplicy (PMDB). “Haddad passou aqui na eleição e não voltou nunca mais, nem para agradecer os votos”, criticou o líder comunitário.

Segundo ele, os mesmos canais que buscaram votos na eleição de Haddad hoje ignoram reiterados pleitos por ações nas áreas de saúde e lazer.

“O PT não reconheceu a militância, loteou os cargos em troca de ajuda de pessoas que nem sequer compartilham a ideologia do partido”, disse Ribeiro.

Já o psiquiatra Marcelo Niel de 42 anos, morador da região central da cidade, fez o caminho oposto: nunca teve identificação com o PT, mas decidiu que votará em Haddad na eleição do ano que vem. “Nunca tive identificação política com o PT. Votei nulo muitas vezes, mas agora votarei no Haddad”, afirmou.

Niel conta que começou a se simpatizar com o prefeito quando as faixas de ônibus e ciclovias começaram a ser implantadas na cidade. “Quem foi criado em um ambiente de classe média e classe média alta foi levado a pensar mais no coletivo: o transporte público”, declarou. Para o psiquiatra, Fernando Haddad é um prefeito que está acima do PT, e isso o favorece seu nome.

Pesquisa Na mais recente pesquisa Datafolha sobre a eleição de 2016, 49% dos entrevistados consideraram a gestão de Haddad como ruim ou péssima.

Em regiões da periferia, como a zona norte, o índice chega a 51%, enquanto na região central a reprovação ao prefeito cai para 44%. A melhor avaliação, os que consideram o desempenho do prefeito ótimo ou bom, é de 23% entre os que ganham mais de dez salários mínimos.

Entre os mais pobres, com renda de até dois salários, o número cai quase que pela metade: 12%. No levantamento eleitoral da mesma pesquisa, Haddad aparece em quarto lugar, com 12%. O melhor desempenho dele nesse quesito é entre os eleitores com nível superior (19%).

Em todas eleições desde o ano 2000, Paulo Ribeiro, de 49 anos, fez campanha para candidatos do PT no Jardim Canaã, região noroeste de São Paulo. Dono de uma imobiliária e presidente da Associação Leão Estrela, que dá assistência a adolescentes, ele diz que foi um dos responsáveis para que o prefeito Fernando Haddad alcançasse mais de 70% dos votos na região em 2012. No ano que vem, porém, Ribeiro vai estar ao lado de Marta Suplicy (PMDB). “Haddad passou aqui na eleição e não voltou nunca mais, nem para agradecer os votos”, criticou o líder comunitário.

Segundo ele, os mesmos canais que buscaram votos na eleição de Haddad hoje ignoram reiterados pleitos por ações nas áreas de saúde e lazer.

“O PT não reconheceu a militância, loteou os cargos em troca de ajuda de pessoas que nem sequer compartilham a ideologia do partido”, disse Ribeiro.

Já o psiquiatra Marcelo Niel de 42 anos, morador da região central da cidade, fez o caminho oposto: nunca teve identificação com o PT, mas decidiu que votará em Haddad na eleição do ano que vem. “Nunca tive identificação política com o PT. Votei nulo muitas vezes, mas agora votarei no Haddad”, afirmou.

Niel conta que começou a se simpatizar com o prefeito quando as faixas de ônibus e ciclovias começaram a ser implantadas na cidade. “Quem foi criado em um ambiente de classe média e classe média alta foi levado a pensar mais no coletivo: o transporte público”, declarou. Para o psiquiatra, Fernando Haddad é um prefeito que está acima do PT, e isso o favorece seu nome.

Pesquisa Na mais recente pesquisa Datafolha sobre a eleição de 2016, 49% dos entrevistados consideraram a gestão de Haddad como ruim ou péssima.

Em regiões da periferia, como a zona norte, o índice chega a 51%, enquanto na região central a reprovação ao prefeito cai para 44%. A melhor avaliação, os que consideram o desempenho do prefeito ótimo ou bom, é de 23% entre os que ganham mais de dez salários mínimos.

Entre os mais pobres, com renda de até dois salários, o número cai quase que pela metade: 12%. No levantamento eleitoral da mesma pesquisa, Haddad aparece em quarto lugar, com 12%. O melhor desempenho dele nesse quesito é entre os eleitores com nível superior (19%).

Em todas eleições desde o ano 2000, Paulo Ribeiro, de 49 anos, fez campanha para candidatos do PT no Jardim Canaã, região noroeste de São Paulo. Dono de uma imobiliária e presidente da Associação Leão Estrela, que dá assistência a adolescentes, ele diz que foi um dos responsáveis para que o prefeito Fernando Haddad alcançasse mais de 70% dos votos na região em 2012. No ano que vem, porém, Ribeiro vai estar ao lado de Marta Suplicy (PMDB). “Haddad passou aqui na eleição e não voltou nunca mais, nem para agradecer os votos”, criticou o líder comunitário.

Segundo ele, os mesmos canais que buscaram votos na eleição de Haddad hoje ignoram reiterados pleitos por ações nas áreas de saúde e lazer.

“O PT não reconheceu a militância, loteou os cargos em troca de ajuda de pessoas que nem sequer compartilham a ideologia do partido”, disse Ribeiro.

Já o psiquiatra Marcelo Niel de 42 anos, morador da região central da cidade, fez o caminho oposto: nunca teve identificação com o PT, mas decidiu que votará em Haddad na eleição do ano que vem. “Nunca tive identificação política com o PT. Votei nulo muitas vezes, mas agora votarei no Haddad”, afirmou.

Niel conta que começou a se simpatizar com o prefeito quando as faixas de ônibus e ciclovias começaram a ser implantadas na cidade. “Quem foi criado em um ambiente de classe média e classe média alta foi levado a pensar mais no coletivo: o transporte público”, declarou. Para o psiquiatra, Fernando Haddad é um prefeito que está acima do PT, e isso o favorece seu nome.

Pesquisa Na mais recente pesquisa Datafolha sobre a eleição de 2016, 49% dos entrevistados consideraram a gestão de Haddad como ruim ou péssima.

Em regiões da periferia, como a zona norte, o índice chega a 51%, enquanto na região central a reprovação ao prefeito cai para 44%. A melhor avaliação, os que consideram o desempenho do prefeito ótimo ou bom, é de 23% entre os que ganham mais de dez salários mínimos.

Entre os mais pobres, com renda de até dois salários, o número cai quase que pela metade: 12%. No levantamento eleitoral da mesma pesquisa, Haddad aparece em quarto lugar, com 12%. O melhor desempenho dele nesse quesito é entre os eleitores com nível superior (19%).

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