Economista

Raul Velloso acredita que a operação tem impacto positivo nas contas públicas, ao reduzir riscos de desvios de recurso público, mas defende uma mudança "radical": todas as obras públicas deveriam ser entregues à iniciativa privada, seja por meio de concessão ou por outros modelos, como as parcerias público-privadas (PPP), tendo o governo como financiador via BNDES e outros bancos públicos. 

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