Dulci apresentará no Fórum Social Mundial programas de Lula

O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, que chefiará a delegação brasileira no 7º Fórum Social Mundial, no Quênia (África)- de sábado até o próximo dia 25 - e representará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informou, em nota distribuída por sua Assessoria de Imprensa, que os brasileiros apresentarão no encontro os resultados dos programas sociais que o governo considera bem-sucedidos.Segundo Dulci, a delegação brasileira foi convidada pelos organizadores do fórum para discorrer sobre programas como Fome Zero, Bolsa-Família, Luz para Todos, Biodiesel, ProUni (Universidade para Todos), ProJovem (Programa Nacional de Inclusão de Jovens), Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), políticas de preservação ambiental e política solidária.Dulci, que participou nesta sexta da reunião de cúpula do Mercosul no Rio de Janeiro, embarca no sábado para Nairóbi, no Quênia. Durante o encontro, segundo Dulci, os brasileiros vão enfatizar a participação dos movimentos sociais na elaboração de políticas públicas, a agricultura familiar, a reforma agrária, a defesa do meio ambiente, a afirmação dos direitos das mulheres, a luta pela igualdade racial e a promoção da dignidade dos povos indígenas. A Secretaria Geral da Presidência tem a atribuição de coordenar a relação do governo brasileiro com a sociedade civil nacional e internacional.O Fórum Social Mundial (FSM) é um espaço de debate de idéias, formulação de propostas, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, sindicais, ONGs e outras organizações da sociedade civil. Neste ano, os principais temas em debate no fórum são: livre comércio, dívida, trabalho, guerra e paz, migração e diáspora, juventude, meio ambiente, segurança alimentar, acesso a bens e serviços, gênero e saúde.Dulci destaca o fato de que o Brasil, em todas as edições do Fórum Social Mundial, mostrou suas experiências na área social e procurou conhecer as dos outros países. "Nós levamos nosso conhecimento, sobretudo da participação dos movimentos sociais na elaboração de políticas públicas, da agricultura familiar, da reforma agrária, da defesa do meio ambiente, da afirmação dos direitos das mulheres, da luta pela igualdade racial, da promoção da dignidade dos povos indígenas, ou seja, das experiências de democratização econômica e social que o governo brasileiro tem promovido", diz o ministro.

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