João Doria
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Doria tira selfie com Alckmin após prefeito expressar pretensão presidencial

Chefe do Executivo municipal envia foto ao 'Estado' com governador para mostrar 'posição indivisível'

Adriana Ferraz, O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2017 | 16h50

Um dia após admitir pela primeira vez disputar a Presidência da República ano que vem, desde que escolhido nas prévias do PSDB com o aval do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito da capital, João Doria, e seu padrinho político passam esta quarta-feira, 17, juntos em uma agenda intensa nos Estados Unidos. Até o fim do dia estão previstos cinco compromissos conjuntos, incluindo uma reunião no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington.

Os dois estão neste momento em viagem para a capital americana no jato particular do prefeito, local da selfie feita por Doria e enviada ao Estado para demonstrar que a relação entre os dois continua sólida. "Nossa posição é indivisível", disse Doria mais cedo na primeira entrevista coletiva condedida pelos dois.

Durante a manhã desta quarta, Alckmin foi o homenageado do evento promovido pelo Lide, o grupo empresarial criado por Doria.

O governador, por sua vez, destacou que ele e Doria estão unidos numa grande sinergia, trabalhando por São Paulo. "João é um grande prefeito, um exemplo e paradigma." Alckmin e Doria têm trocado gentilezas desde o início da viagem, no final de semana. Na terça-feira, 17, o governador afirmou que o prefeito seria "a noiva" na cerimônia em que receberia o prêmio Pessoa do Ano da Câmara de Comércio Brasil-EUA, ocorrido na noite de terça-feira. Na manhã desta quarta, Doria afirmou que o governador seria a "noiva" e a "estrela" em um seminário no qual apresentou projetos de investimentos do Estado. Perguntado qual dos dois políticos seria a noiva para as eleições presidenciais de 2018, Doria desconversou: "Nós temos trocado buquês de noiva aqui em Nova York. São duas noivas que vêm buscar investimentos, atrair aqueles candidatos a fazer o casamento, casamento para investir e gerar empregos em São Paulo e no Brasil."

 

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