Discurso e visual renovado

A presidente Dilma Rousseff rompeu ontem um silêncio de 26 dias verificado desde o discurso de posse do segundo mandato, no dia 1.º. Esse intervalo foi marcado pelo impacto do anúncio das novas medidas econômicas planejadas pela equipe do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, como as novas restrições para a concessão do seguro-desemprego.

O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2015 | 02h04

A oposição reagiu com a lembrança de uma promessa de campanha política feita pela petista. Na época, Dilma disse que não mexeria nos direitos trabalhistas "nem que a vaca tussa". Ontem a presidente reiterou que considera esses direitos são "intocáveis".

Após férias no início de janeiro na Base Naval de Aratu, na Bahia, veio a público na primeira reunião ministerial do segundo mandato uma presidente de cabelos ainda mais aloirados que os vistos no dia 1.º - já mais claros que o tom habitual do primeiro mandato. Dilma também parecia mais magra.

Após a reclusão, Dilma pediu ontem aos ministros que se comuniquem mais e melhor com a opinião pública.

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