Diretora da ANP garante que banco de dados é inviolável

A diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou nesta terça-feira, 17,que todas as informações que geram aumento de conhecimento geológico de bacias sedimentares do País estão armazenadas no banco de dados da agência, e são patrimônio da União.

EDUARDO RODRIGUES, Agência Estado

17 de setembro de 2013 | 12h37

Segundo ela, o volume de dados guardados digitalmente soma o equivalente a 60 milhões de gaveteiros físicos, ou ainda o equivalente em terabytes a 20 bilhões de fotografias digitais. "Como o banco de dados não está ligado na internet, para roubar essas informações seria preciso de um espião paranormal", reforçou Magda em audiência pública da CPI da Espionagem no Senado.

A diretora-geral frisou que a ANP tem total controle sobre a disponibilização desses dados técnicos brutos, que são classificados entre informações públicas, não exclusivas e confidenciais - cujo sigilo varia de dois a dez anos. "Toda vez que uma empresa participa de um leilão, ela adquire dados da ANP, e se uma nova companhia adquire participação naquela exploração, essa nova entrante também tem que ir à ANP comprar dados", acrescentou, lembrando que as universidades podem adquirir os dados gratuitamente.

Mais conteúdo sobre:
espionagemSenado

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.