Dilma vai às compras e faz selfie com populares em NY

A escapada, na noite desta sexta-feira, durou cerca de 50 minutos e a presidente estava acompanhada de pelo menos quatro seguranças e dois assessores mais próximos

Tânia Monteiro, enviada especial e Altamiro Junior, correspondente, O Estado de S. Paulo

25 de setembro de 2015 | 22h03

Nova York - Após participar de uma recepção oferecida pelo primeiro ministro da Suécia, Stefan Lofven, na ONU, a presidente Dilma Rousseff, ao invés de retornar ao hotel, decidiu dar uma parada no meio do caminho para fazer umas compras. A escapada, na noite desta sexta-feira, durou cerca de 50 minutos e Dilma estava acompanhada de pelo menos quatro seguranças e dois assessores mais próximos. Na farmácia Duane Reade, na 2ª Avenida, uma de suas paradas, a presidente Dilma foi reconhecida por populares que a cumprimentaram.Dilma, no entanto, não desembarcou de seu carro com compras na mão. 

Ao chegar ao hotel, dois garotos de 12 e 13 anos, que a aguardavam há algum tempo, pediram para tirar selfies com ela e foram atendidos. Em tempos de baixa popularidade, a ação chegou a surpreender auxiliares da presidente que temiam alguma hostilidade a ela. Pouco antes, os jovens foram procurados para uma conversa, para saber qual a verdadeira intenção no encontro. Ao final, apenas abraços e sorrisos.

Dilma disse que não daria novas declarações à imprensa, prometendo falar novamente com os jornalistas neste sábado. Durante todo o dia, no entanto, ela evitou falar da crise politica e econômica que assola o País, preferindo tratar de assuntos da agenda internacional. Os ministros que saíram da cerimônia na ONU com a presidente Dilma foram orientados a seguir em comboio para o hotel, para deixá-la à vontade.

Papa - Ao longo do dia, a presidente Dilma reiterou a seus assessores os elogios feitos,  pela manhã, ao Papa Francisco, pelo seu discurso na ONU. Depois de dizer que "gostou muito" do que ouviu, a presidente Dilma comentou que ficou "impressionada com as convicções e a sua lucidez sobre os problemas do mundo e a forma como enfrentá-los".

"A presidente estava encantada com o Papa" 


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