Dilma volta ao Palácio do Planalto após 40 dias

Dilma volta ao Palácio do Planalto após 40 dias

Durante parte da campanha pela reeleição, presidente esteve duas vezes no local e fez despachos do Alvorada

TÂNIA MONTEIRO, O Estado de S. Paulo

29 de outubro de 2014 | 10h46

Brasília - Depois de ficar dedicada à sua campanha em busca da reeleição, alcançada no último domingo, a presidente Dilma Rousseff voltou, na manhã desta quarta-feira, 29, a despachar em seu gabinete no terceiro andar do Palácio do Planalto, após 40 dias. O último dia que Dilma esteve no Planalto foi em 19 de setembro, quando recebeu atletas olímpicos e paralímpicos, vencedores de jogos na China e na Rússia.

Antes dessa data, ela esteve no Planalto em 25 de agosto, para se reunir com o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno de Assis, antes de seguir para São Paulo para se preparar para o primeiro debate dos presidenciáveis, na TV Bandeirantes, em 26 de agosto. Durante a campanha eleitoral, Dilma fez despachos do Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência.

Dilma ainda não tem agenda determinada para esta quarta e a previsão é de que, no final do dia, embarque para a Base Naval de Aratu, na Bahia, para descansar até o fim de semana.

Após vencer as eleições no domingo, Dilma, na segunda e terça-feira, concedeu entrevistas a redes de televisão, recebeu telefonemas de presidentes e chefes de Estado, que lhe cumprimentaram pela vitória nas urnas e, na noite dessa terça, promoveu uma grande reunião com parte de sua equipe econômica.

A expectativa é de que a presidente escolha o sucessor de Guido Mantega, no Ministério da Fazenda, antes de embarcar para a reunião do G-20, na Austrália, marcada para 15 de novembro. Com isso, haveria uma redução da tensão do mercado, que tem provocado grandes oscilações na bolsa de valores e na cotação do dólar. Hoje também é dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), e as apostas são de que os juros sejam mantidos em 11%, na primeira reunião pós reeleição, apesar da pressão da inflação, que insiste em ultrapassar a meta.

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