Dilma volta a defender recursos do pré-sal para educação

A presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar, nesta quarta-feira, 07, que as manifestações que eclodiram pelo País em junho deste ano mostraram que a população não quer "voltar para trás", mas sim olhar para frente. "Nesse mês de junho vimos várias manifestações no Brasil. As pessoas pedindo mais. Nós não vimos as pessoas querendo voltar para trás, vimos elas querendo ir para frente", afirmou, em inauguração do campus Varginha (MG) da Universidade Federal de Alfenas.

BEATRIZ BULLA, JOSÉ ROBERTO CASTRO E FERNANDO TRAVAGLINI, Agência Estado

07 de agosto de 2013 | 13h37

A presidente reafirmou que no Brasil, atualmente, as lutas são para ampliar direitos conquistados nos últimos dez anos. "Na Europa por exemplo se luta por mais emprego e por direitos perdidos, tanto trabalhistas como previdenciários. Aqui nós lutamos para ampliar e fazer avançar conquistas que tivemos nos últimos dez anos", afirmou.

Para Dilma, depois de superar a pobreza, o desafio é garantir serviços de qualidade para a população. "O Brasil vai ter de avançar em passos rápidos", afirmou. "Por isso, quero pedir mais uma vez a atenção dos senhores para esse momento especial de aprovação dos recursos do pré-sal e do pós sal para a educação. Vieram para o bem essas manifestações no sentido de acelerar esse processo", disse a presidente, em referência à aprovação do projeto que destina royalties do petróleo para a educação.

Ela destacou ainda que desde 2002 houve uma mudança na política em relação ao ensino superior, com criação de universidades federais. "Nós voltamos a criar universidades federais, temos 63 hoje contra as 45 que existiam em 2002", afirmou. E ressaltou a importância de expandi-las para municípios do interior do País. "Cada vez mais municípios do interior do Brasil vão sediar um campus universitário e isso significará desenvolvimento, expansão e oportunidade para a população do município e do entorno do município", afirmou.

Tudo o que sabemos sobre:
dilmaroyaltieseducação

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.