Yuri Gripas/Reuters
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Dilma vai se encontrar com presidente Barack Obama em abril

Brasileira vai aproveitar a passagem pela Cúpula das Américas, em abril, na Cidade do Panamá, para ter uma reunião bilateral

RAFAEL MORAES MOURA, O Estado de S. Paulo

13 de março de 2015 | 19h17

A presidente Dilma Rousseff vai aproveitar a passagem pela Cúpula das Américas, em abril, na Cidade do Panamá, para ter uma reunião bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, informou na noite desta sexta-feira, 13, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). A cúpula está marcada para os dias 10 e 11 de abril.

Em nota, a Secom comunicou que o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ligou para a presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira. De acordo com as autoridades brasileiras, "eles reafirmaram a importância das relações bilaterais, especialmente na área de energia e comércio".

A Secom se pronunciou depois de a Casa Branca ter divulgado uma nota, mais cedo, sobre a conversa entre Biden e Dilma. Segundo o governo norte-americano, Dilma e Biden falaram sobre esforços conjuntos para avançar o "diálogo e a cooperação entre Brasil e Estados Unidos em uma série de questões, incluindo segurança, energia, comércio e cooperação global".

A conversa entre Biden e Dilma ocorre depois de o governo dos Estados Unidos impor uma série de sanções à Venezuela. Uma reunião extraordinária de chanceleres da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para discutir as sanções foi remarcada para o próximo sábado, em Quito.

O último encontro reservado de Dilma com o presidente dos Estados Unidos ocorreu em novembro de 2014, durante a cúpula do G20 em Brisbane, na Austrália. Na ocasião, Dilma disse que manteve uma rápida conversa sobre a possibilidade de a presidente remarcar a visita de Estado aos EUA.

"Nós estamos fazendo tratativas aí, fora dessa reunião aqui, nós estamos fazendo tratativas entre o nosso ministro das Relações Exteriores, o Ministério das Relações Exteriores e o equivalente americano no sentido de estudar uma volta, uma ida minha aos Estados Unidos", afirmou Dilma depois do encontro na Austrália.

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