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Dilma Rousseff é notificada de julgamento em 25 de agosto

O julgamento será presidido pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, e contará com seis testemunhas de defesa e três de acusação, que abriu mão de outras três

Isabela Bonfim, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2016 | 17h59

BRASÍLIA - Após notificar os advogados, o Senado Federal notificou também a presidente afastada Dilma Rousseff do início de seu julgamento em 25 de agosto às 9h. O atestado de recebimento da notificação foi assinado por Dilma nessa sexta-feira, 12, no Palácio do Alvorada às 16h05.

O julgamento será presidido pelo ministro do Supremo, Ricardo Lewandowski, e contará com seis testemunhas de defesa e três de acusação, que abriu mão de outras três. Além dos advogados, os senadores também terão a oportunidade de fazer questionamentos durante os depoimentos. 

Um rito de como funcionará o julgamento será acertado em reunião entre o ministro e os líderes partidários no Senado na próxima semana. O objetivo é determinar horários para intervalos e tempo de fala. 

Apesar de se iniciar em uma quinta-feira, o julgamento não deve se estender pelo fim de semana. Lewandowski prefere que os trabalhos sejam interrompidos na sexta e retomados na segunda-feira.

A assessoria técnica do STF calcula que o julgamento dure, pelo menos, uma semana. No Senado, entretanto, a expectativa é menor. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), em três dias de duração. Ele tem operado junto aos demais senadores para que haja uma racionalização dos pronunciamentos e uma aceleração das atividades.

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