Dilma responde a Serra e exalta ações em segurança pública

Pré-candidata destacou ações adotadas pelo governo Lula, como a criação da Força Nacional de Segurança Pública

estadão.com.br, com informações da Agência Brasil

27 de abril de 2010 | 12h21

A pré-candidata do PT à Presidência da República Dilma Rousseff (PT-RS) ressaltou nesta terça-feira, 27, que a segurança pública "é uma das questões mais importantes para o governo federal". O comentário foi feito ao ser perguntada sobre a intenção do pré-candidato José Serra (PSDB-SP) de criar o Ministério da Segurança Pública se eleito. Ela participa, no Senado, do Congresso Nacional do Sindicatos dos Transportadores Autônomos de Carga.

 

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https://www.estadao.com.br/estadao/novo/img/icones/mais_azul.gifBandido tem de ser enfrentado com dureza e 'engaiolado', diz Serra

 

Ao chegar ao encontro, Dilma destacou uma série de ações adotadas pelo governo Lula como a criação da Força Nacional de Segurança Pública e frisou que 78% do orçamento do Ministério da Justiça são destinados ao setor. Entre outras ações desenvolvidas nos últimos oito anos, lembrou o reaparelhamento da Polícia Federal, com investimentos na área de inteligência e a construção de quatro presídios com capacidade para receber mil detentos cada um em todo o país, além da criação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

 

Na última segunda-feira, 26, Serra, usou jargão policial para afirmar que "bandido tem de ser enfrentado com dureza" e "engaiolado" durante o programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena. Ele aproveitou a principal temática do programa, policial, para usar um discurso duro contra a violência e prometer a criação de um Ministério da Segurança Pública para combater o crime organizado.

 

A ex-ministra da Casa Civil também comentou a possibilidade de o déficit em transações correntes levar o país a ter problemas econômicos em 2011. Ela ressaltou que a recuperação da economia e os investimentos realizados criaram um perfil "muito mais saudável e robusto com o mercado interno e os investimentos do empresariado crescendo".

 

Ela defendeu uma política de exportação firme para equilibrar as transações correntes. "Temos que fazer toda uma política de incentivo à agregação de valor, mas sem desmerecer a exportação de commodities."

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