Dilma pede ação coordenada global contra desemprego

A situação da economia mundial continua frágil, com níveis de desemprego inaceitáveis, mas a economia brasileira se recupera, afirmou a presidente Dilma Rousseff em seu discurso de abertura da 68ª Assembleia Geral da ONU na manhã desta terça-feira, citando que há mais de 200 milhões de desempregados no mundo - situação que afeta tanto as nações desenvolvidas como as em desenvolvimento.

ALTAMIRO SILVA JÚNIOR, CORRESPONDENTE, Agência Estado

24 de setembro de 2013 | 11h52

"Os países emergentes sozinhos não podem garantir a retomada do crescimento mundial", declarou. Dilma pediu à comunidade internacional uma ação coordenada para reduzir o desemprego e restabelecer o dinamismo do comércio global. Sobre o Brasil, ela disse que o País está se recuperando, apesar do impacto da crise internacional dos últimos anos.

Dilma ressaltou que há três importantes elementos que guiam a economia brasileira. O compromisso com políticas macroeconômicas sólidas, a manutenção de exitosas políticas sociais inclusivas e a adoção de medidas para aumentar a produtividade, melhorando assim a competitividade do Brasil.

"Temos compromisso com a estabilidade, com o controle da inflação, com a melhoria da qualidade do gasto público e a manutenção de um bom desempenho fiscal", destacou em sua fala na plenária da ONU.

Ao falar da economia mundial, Dilma cobrou o avanço de uma reforma no Fundo Monetário Internacional (FMI) que reflita o novo peso dos países emergentes e em desenvolvimento na economia global. (Altamiro Silva Júnior, correspondente - altamiro.junior@estadao.com)

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