Dilma nega que pretende recriar CPMF caso seja eleita

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, negou hoje que pretende recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), tributo que ficou conhecido como imposto do cheque.

ANNE WARTH, Agência Estado

01 de setembro de 2010 | 20h04

A contribuição incidia sobre movimentações financeiras com alíquota de 0,38% e tinha como objetivo financiar ações na área da saúde. Com a derrubada da CPMF pelo Senado, em 2007, o governo perdeu R$ 40 bilhões em arrecadação anual. "Não, eu não penso em recriar a CMPF porque acredito que não seria correto", disse Dilma, em entrevista ao SBT Brasil.

Apesar da negativa, ela também reclamou das perdas geradas com o fim do tributo. "Reclamo sempre que ninguém pode perder R$ 40 bilhões e achar que as coisas continuam iguais", disse. Na avaliação dela, o crescimento econômico terá como efeito o aumento da arrecadação. "E esse aumento, acho, deveria ir prioritariamente para a saúde", afirmou.

Tudo o que sabemos sobre:
Eleições 2010Dilma RousseffCPMF

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.