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Dilma não fará ajustes severos na economia, diz Garcia

Segundo assessor da presidência, presidente eleita apenas adotará medidas de monitoramento da política econômica

Eugênia Lopes, de O Estado de S.Paulo,

01 de novembro de 2010 | 17h52

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse nesta segunda-feira, 1º, que a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) não fará ajustes econômicos severos, mas apenas adotará medidas de monitoramento da política econômica. Ao deixar a residência da petista, onde esteve reunido com coordenadores da campanha, Garcia disse que a presidente eleita lembrou que o Brasil se revelou como país com capacidade de sair sozinho da crise.

 

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Garcia acrescentou que Dilma já conversou com vários chefes de Estado, desde a noite de domingo, 31, quando foi declarada vitoriosa nas eleições presidenciais. Segundo o assessor, ela já recebeu os cumprimentos dos presidentes de Uruguai, Colômbia, Argentina, El Salvador, Chile, Portugal e México, e que todos desejaram boa sorte e a convidaram para uma visita. Nesta segunda, Dilma também conversou com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

G-20. Como a presidente eleita vai para a reunião do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo), em Seul, e o tempo é curto para a transição, ela não deve visitar nenhum país no curto prazo e deve conversar com os chefes de Estado na reunião da Coreia do Sul. Segundo Garcia, a viagem para Seul está praticamente certa. A dúvida é se ela irá junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma continua em sua residência, em Brasília, de onde só deve sair para conceder entrevistas ao vivo para a Rede Record e para a TV Globo. Segundo assessores, Dilma viajará na terça-feira, 2, à tarde para uns dias de descanso e retornará no domingo. O local de destino da presidente eleita, no entanto, não foi revelado.

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