Dilma lamenta, em nota, morte do jurista Paulo Brossard

A presidente Dilma Rousseff lamentou, em nota, a morte do jurista Paulo Brossard. Ela reconheceu o trabalho do gaúcho no combate à ditadura militar no Brasil, que morreu na manhã deste domingo, aos 90 anos.

ALINE BRONZATI, RENATA VERÍSSIMO E GABRIELA LARA, Estadão Conteúdo

12 Abril 2015 | 15h25

"É com tristeza que recebo a notícia da morte do jurista Paulo Brossard, homem de fortes convicções democráticas, que se tornou uma referência política na luta contra a ditadura. O País perde um grande brasileiro. Quero prestar minhas homenagens e apresentar meus sentimentos à dona Lúcia Brossard, aos filhos, amigos e familiares do doutor Paulo Brossard", disse Dilma, em nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República.

Brossard enfrentava problemas de saúde desde o ano passado, mas o quadro se agravou em fevereiro deste ano. O jurista faleceu em sua casa, no bairro Petrópolis, em Porto Alegre, cercado da família, que não forneceu detalhes sobre as causas da morte. O corpo de Brossard será velado no Palácio Piratini, sede do Executivo gaúcho. (, correspondente - gabriela.lara@estadao.com)

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