Dilma garante a evangélicos que não legalizará aborto, nem união de homossexuais

A candidata afirmou que, para ser eleita, precisará primeiro de Deus e depois dos votos dos brasileiros

Andrea Jubé Vianna, da Agência Estado

13 de outubro de 2010 | 14h46

BRASÍLIA - No encontro desta quarta-feira, 13, com mais de 50 lideranças de igrejas evangélicas de todo o País, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, reafirmou o compromisso de não apoiar o projeto de legalização do aborto, nem da união civil entre homossexuais e manter a liberdade religiosa no País. Segundo relato de um dos participantes do encontro, Dilma afirmou que precisará de Deus, em primeiro lugar, e dos votos dos brasileiros, em segundo, para ser eleita.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o horário de almoço - fora do expediente - para participar do encontro da candidata com os evangélicos. Ele pediu o apoio dos líderes presentes para que ajudem a combater os boatos contra a candidata. Lula, segundo participantes do encontro, disse que no passado vivenciou uma onda de ataques como essa. Ele lembrou que seu governo garantiu liberdade para igrejas evangélicas e destacou avanços na área social.

 

Segundo o pastor Evanir Moura, da Federação Evangélica de Santa Catarina, serão divulgados dois manifestos. Um da parte dos líderes evangélicos declarando apoio a Dilma, e outro da candidata, se comprometendo a cumprir os pontos acordados no encontro.

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