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Dilma foi 'muito feliz' na indicação de Fachin ao STF, diz Teori Zavascki

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) também manifestou, em nota, apoio à indicação

Beatriz Bulla, Talita Fernandes, O Estado de S. Paulo

15 Abril 2015 | 17h19

Brasília - O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), elogiou nesta quarta-feira (15) a indicação do jurista Luiz Edson Fachin para assumir uma cadeira na Corte. Nas palavras de Zavascki, a presidente Dilma Rousseff foi "muito feliz" na escolha do advogado.

"Se trata de um jurista de grande qualidade, pessoa apreciadíssima tanto no meio profissional como no meio acadêmico, de ótima formação, de bom trato, de boa convivência. Tenho certeza que vai qualificar o Supremo", disse o ministro, relator da Operação Lava Jato no Supremo.

Na terça-feira, após a oficialização do nome de Fachin, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, e os ministros Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli também elogiaram a escolha do jurista.

A indicação da presidente Dilma à Corte precisa passar pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e do plenário do Senado. Zavascki destacou que a aprovação é de competência exclusiva do Senado, mas destacou que aprovaria o nome de Fachin se fosse parlamentar. "Se eu fosse senador, aprovaria. Isso não deve ser tomado como forma de interferência. Estou falando em caráter pessoal, uma pessoa que admira professor Fachin. Mas o Senado terá seus critérios e vai apreciar adequadamente", afirmou o ministro.

Hoje mais cedo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse acreditar que o Senado irá analisar a indicação de Fachin "com acuidade" e "com propriedade".

Ajufe. A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) também manifestou, em nota, apoio à indicação de Fachin. A associação diz considerar que a indicação vai contribuir "para o aperfeiçoamento e a renovação da jurisprudência da Suprema Corte brasileira". "O vasto currículo acadêmico e a larga experiência de atuação junto aos tribunais do País o credenciam para o exercício do mais elevado cargo da magistratura nacional", escreveu o presidente da Associação, Antônio César Bochenek.

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