Dilma fala a prefeitos em acelerar obras onde houve seca

A presidente Dilma Rousseff aproveitou discurso na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios na manhã desta quarta-feira, 10, para garantir que os municípios afetados pela seca estão tendo as entregas de equipamento aceleradas. De acordo com Dilma, o cronograma de entrega será "muito claro". "Até agosto, queremos entregar grande parte das retroescavadeiras, concluindo tudo até outubro. Em novembro vamos concluir as motoniveladoras; em fevereiro, os caminhões-caçamba", disse a presidente.

LAÍS ALEGRETTI, LEONENCIO NOSSA E RAFAEL MORAES MOURA, Agência Estado

10 de julho de 2013 | 12h45

Dilma destacou que o cronograma dependeu muito da indústria brasileira, que teria ficado sobrecarregada com as encomendas de equipamentos. "O valor desses equipamentos hoje a preço de mercado está em torno de R$ 1,2 milhão. Esses equipamentos melhoram a capacidade e a autonomia do prefeito para prestar serviços à população", ressaltou Dilma. Na avaliação da presidente, o Brasil só pode ir para frente, avançar mais, se "nós estivermos juntos". "Precisamos de uma federação forte", disse.

A presidente anunciou recursos de saúde para os municípios, afirmando que "não tem nada mais valoroso para alguém que o seu direito à vida". Ela disse que a população brasileira, em todos os lugares, quer dignidade. Dilma reforçou que saúde e educação têm componente de custeio. "Saúde e educação precisam de bons professores, bons médicos", disse.

"O programa Mais Médicos precisa emergencialmente da parceria de todos nós", falou aos prefeitos. "Nós, juntos, conseguimos progressivamente melhorar a gestão do atendimento".

Ao citar a questão dos médicos, a presidente disse: "temos hoje que começar a encaminhar solução dessa área que aparece em todas as demandas". Segundo ela, as conversas com associações de municípios e as pesquisas divulgadas pelos jornais mostram como sendo a saúde uma das maiores demandas. "Escutei ao longo desses dois anos e meio de governo, de prefeitos e governadores do norte do país, a reclamação de que podiam pagar R$ 30 mil e não tinha medico", colocou.

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