Dilma e Mercadante evitam comentar caso Erenice Guerra

Candidatos do PT à Presidência e ao governo paulista dizem que autoridades investigarão todas as denúncias

Moacir Assunção, O Estado de S. Paulo

12 de setembro de 2010 | 17h12

Ao ccontrário do sábado, 11, quando comentou o caso Erenice Guerra - sua sucessora na Casa Civil, cujo filho é acusado de tráfico de influencia -, a candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef, esquivou-se neste domingo, 12, em São Paulo, de voltar a falar sobre o assunto.

 

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"Estes saltos mortais que pegam um episódio e tentam ligar à minha candidatura, e no meio não tem nada, não funcionam. Não vou dar combustível a esta pauta dos adversários", afirmou.

 

Ela acrescentou que o caso envolve uma autoridade governamental e o governo vai investigar tudo que foi divulgado. Dilma falou após visita à Associação dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.

 

O candidato do PT ao Governo do Estado, Aloísio Mercante, fez um discurso muito semelhante. "Vamos aguardas as investigações".

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