Dilma diz que posição do papa tem de ser respeitada

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou que a posição do Papa Bento XVI tem de ser respeitada. "Ele tem o direito de se manifestar", disse a candidata. Hoje pela manhã, em Roma, o papa condenou o aborto e pediu aos bispos do Brasil que orientem politicamente os fiéis.

EUGÊNIA LOPES, Agência Estado

28 de outubro de 2010 | 17h25

Na avaliação de Dilma, a orientação de Bento XVI não tem nenhuma relação com o que ocorreu com ela no primeiro turno das eleições, quando teria perdido votos por sua posição em relação ao aborto. "Não acho que o papa tenha nada a ver com isso", afirmou.

"Aqui no Brasil ocorreu uma campanha que não veio à luz do dia. Quem fez a campanha não se identificou, não mostrou a sua cara. Foi uma campanha de difamação e de calúnia, algumas delas feitas ao arrepio da lei", afirmou Dilma. Ela voltou a dizer que é contra o aborto.

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