Dilma diz que evitará medidas impopulares contra crise

Candidata afirma que não tomará decisões que prejudiquem população para conter problemas econômicos

LEONENCIO NOSSA, Estadão Conteúdo

01 de agosto de 2014 | 20h13

Em campanha pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira, 1º, que tentará evitar a adoção de medidas "impopulares" e "antipopulares" no combate aos efeitos da crise econômica. Ao lado do antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela disse a uma plateia de prefeitos do Norte de Minas que trabalhará "sistematicamente" para não tomar decisões que prejudiquem a maioria da população. "Vamos enfrentar aqueles que acham que mudar é voltar atrás, é retroceder naquilo que havia de pior, aumentando o desemprego, fazendo com que quem paga o pato diante da crise seja o trabalhador, o pequeno empreendedor, a maioria da população", disse.

Ela avaliou que a "grande conquista" do governo do PT foi impedir que a crise financeira internacional, que atingiu os mercados a partir de 2008, afetasse o País. "Nós enfrentamos a crise impedindo que tivesse uma volta atrás no que se refere a forma de combatê-la", afirmou. "Iremos sistematicamente impedir que as medidas chamadas de impopulares sejam vitoriosas nesta eleição", afirmou. "Quero dizer que, junto com Fernando Pimentel (candidato do PT ao governo estadual), Antonio Andrade (candidato a vice) e o querido Josué (Gomes da Silva, que disputa o Senado), vou lutar contra essas medidas que eles chamam de impopulares, mas que na verdade são antipopulares, são contra o povo."

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