Dilma diz que conviver com a seca significa gerenciá-la

Durante o lançamento do programa Água Para Todos, a presidente Dilma Rousseff afirmou que é preciso conviver com a seca nordestina e que "isso significa conseguir gerenciá-la". Ela lembrou que a "para evitar a paralisia da economia" local, o governo emprestou R$ 2,9 bilhões, além de outras ações, como a doação de motoniveladoras, retroescavadeiras e caminhões. "Considero que doação de equipamentos é uma questão de justiça", disse ela.

Agência Estado

10 de setembro de 2013 | 17h09

A presidente afirmou ser necessário usar todas as formas possíveis de armazenamento de água e citou ainda, entre os esforços do governo, o lançamento de um Plano Safra para o semiárido. "Reconhecemos este ano que o semiárido tem de ter um plano especial. É necessário que não tenhamos que tirar o milho do Sul e levar ao Nordeste e é importante ter garantia de armazenagem e produção para aumentar segurança".

No pronunciamento, Dilma lembrou ainda que sancionou a liberação de recursos para o custeio de prefeituras, anunciado na Marcha dos Prefeitos, e que vai liberar o dinheiro o "mais breve possível". "Colocaremos o dinheiro anunciado na marcha a conta das prefeituras na sexta-feira sem falta", prometeu.

Assim como tem feito em quase todos os discursos, Dilma disse esperar o sucesso no programa Mais Médicos, cuja contratação de médicos estrangeiros recebeu aprovação de 73,9% dos ouvidos na pesquisa CNT/MDA, divulgada hoje. "A união arca com os R$ 10 mil do médico e também com os R$ 4 mil para o custeio da equipe do médico adicional", concluiu.

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