Humbrto Pradera/Divulgação
Humbrto Pradera/Divulgação

Dilma discutirá plebiscito com OAB, STF e Senado

Presidente continua séria de encontros com políticos e representantes da sociedade civil para discutir soluções para as reivindicações das ruas

Luci Ribeiro - Agência Estado

25 Junho 2013 | 09h49

Brasília - A presidente Dilma Rousseff dá continuidade nesta terça-feira, 25, às reuniões que têm realizado para ouvir setores da sociedade e adotar medidas que respondam às reivindicações das ruas. O primeiro compromisso de Dilma será com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, em reunião prevista para esta manhã.

A presidente deve conversar com Marcus Vinicius sobre a proposta de convocação de um plebiscito para instalar uma Assembleia Constituinte específica sobre reforma política. O plebiscito é um dos cinco pactos propostos nessa segunda, 24, por Dilma para tentar conter os protestos realizados no País.

Dilma também recebe o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, às 15 horas, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, às 17h30. Nos dois encontros, o tema do plebiscito deve marcar as conversas.

Deputados, senadores e ministros do STF questionaram a viabilidade da realização de um plebiscito. Já o presidente da seccional de São Paulo da OAB, Marcos da Costa, foi receptivo à proposta.

Ainda nesta terça a presidente terá encontro com representantes de 'Movimentos Urbanos'. A reunião está marcada para as 16h30. Todas as reuniões do dia ocorrerão no Palácio do Planalto.

Nessa segunda, 24, Dilma conversou com integrantes do Movimento Passe Livre (MPL), grupo que liderou os protestos na capital paulista. Após o encontro, o grupo avaliou que o governo não apresentou propostas concretas de melhorias do transporte público. Em seguida, Dilma reuniu-se com governadores dos Estados e prefeitos das capitais, quando apresentou os cinco pactos. Além da instalação da Constituinte, a presidente defendeu o combate à corrupção - que inclui a proposta de tipificar corrupção dolosa como crime hediondo -, investimentos em saúde, educação e transporte.

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