Leo Correa/AP
Leo Correa/AP

Dilma determinou que aparato de segurança na posse fosse discreto

Quatro mil homens e mulheres das Forças Armadas foram envolvidos na operação

Roberto Godoy, O Estado de S. Paulo

02 de janeiro de 2015 | 08h34

Faltando pouco menos de 48 horas para a cerimônia de posse, a presidente Dilma Rousseff determinou que o aparato de segurança fosse discreto e, sobretudo, pouco militarizado. Funcionou – os 4 mil homens e mulheres das Forças Armadas envolvidos na operação, estavam prontos para ação, só foram notados em certos pontos: o trajeto percorrido em carro aberto pela presidente e, para quem sabia o que ver, na quase imperceptível posição para um atirador de precisão no teto do Palácio do Planalto. Havia observadores e agentes policiais “em pontos estratégicos e de maior sensibilidade”, segundo um oficial do Comando Militar do Planalto.

A entrada na praça diante do Planalto foi controlada por duas barreiras de detectores de metal. Mochilas e sacolas ficaram de fora. As filas, formadas pela manhã, estavam esgotadas por volta das 15 horas. O público, pequeno, foi estimado em 40 mil pessoas.

A maior parte do contingente militar cumpriu a programação prevista no protocolo.

A principal etapa é pouco conhecida do público: durante a passagem da tropa em revista, Dilma Rousseff assumiu a condição de Comandante Supremo das Forças Armadas ao reverenciar a bandeira – e ao ser saudada com a continência dos representantes da Marinha, Exército e Aeronáutica. 

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