Dilma defende metade das emendas para a saúde

Em referência à discussão sobre o orçamento impositivo, que ocorre no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, 9, que espera que 50% dos recursos das emendas sejam destinados à área da saúde. Durante discurso no Palácio do Planalto, a presidente defendeu ainda que na prestação de serviços de educação e saúde, a valorização dos profissionais é fundamental. "Eu acredito que isso gastos com profissionais de educação foi classificado como custeio, mas é investimento", disse.

RICARDO DELLA COLETTA E LAÍS ALEGRETTI, Agência Estado

09 de setembro de 2013 | 18h57

A presidente afirmou que é necessário ter professores mais bem pagos, com acesso à qualificação profissional e mais respeitados por alunos e sociedade. "Não podemos conviver com índices de 35% de não alfabetização até os oito anos de idade", enfatizou.

Para a presidente, a opção pela educação de qualidade, que reforçada pela sanção do PL, "torna irreversível o processo de redução das desigualdades". Ela disse também que a destinação dos royalties garantirá recursos no curto, médio e longo prazo. "Estamos falando de 2014, mas a excelente é que estamos falando dos próximos 35 anos".

Segundo a presidente, o projeto garante uma "grande transformação" para o Brasil, que ocorre porque "nós todos acreditamos neste País". "Quando diziam que o Brasil não tinha tecnologia para lidar com o pré-sal, nós acreditamos que tínhamos (tecnologia), disse a presidente. "Quando diziam que era um sonho para daqui a duas ou três décadas, nós dissemos que era para agora", complementou, citando que já há quatro campos (do pré-sal) para exploração e que o Campo Libra será licitado em outubro.

"A lei que sancionamos hoje também reafirma a independência do Brasil", concluiu a presidente.

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