Dilma defende Haddad de críticas de campanha do PSDB

A presidente Dilma Rousseff reagiu neste sábado (20), às críticas feitas pela campanha do candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, de que seu adversário neste segundo turno o petista Fernando Haddad, não teria "experiência e nem competência" para administrar São Paulo. "Haddad é um dos companheiros com mais competência e experiência para governar São Paulo", afirmou a presidente. "E sabe por que nós somos competentes? É porque temos compromisso com o povo, temos experiência de governo e temos um time democrático que respeita um ao outro", ressaltou.

GUILHERME WALTENBERG E JÚLIA DUAILIBI, Agência Estado

20 de outubro de 2012 | 21h21

Em pouco mais de 15 minutos de discurso, realizado em comício da campanha de Haddad, no Ginásio da Portuguesa, zona norte da capital, a presidente disse que quando foi candidata à presidência enfrentou a mesma campanha de "baixo nível" que seu correligionário enfrenta neste segundo turno. "Durante toda a campanha disseram que eu era um poste, depois que eu não tinha competência. Essa mesma campanha de baixo nível que fazem contra Haddad, fizeram contra mim", comparou Dilma.

A presidente argumentou, ainda, que Haddad foi parte do que ela chamou "a maior revolução democrática da História do País", em referência aos 8 anos de governo de Luiz Inácio Lula da Silva e aos 2 anos que ela governa o Brasil, como garantia de que Haddad será competente. "Este jovem competente (Haddad) trabalhou para transformar este País num lugar melhor para vivermos", disse a presidente, afirmando que ele pretende fazer o mesmo por São Paulo". Haddad foi ministro da Educação durante os governos Lula e Dilma.

Em seu discurso, Dilma pregou a humildade até o dia das eleições. "Esperamos que vocês (o povo) nos ajudem a ganhar as eleições." Ao lado da presidente, estiveram presentes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o vice-presidente, Michel Temer (PMDB); o candidato derrotado à prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita (PMDB), além do próprio candidato Fernando Haddad, ministros do governo e dirigentes petistas.

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