Dilma dá ênfase ao Mais Médicos em pronunciamento

'A falta de médicos é a queixa mais forte da população pobre', justificou a presidente

Ricardo Della Coletta , Agência Estado

06 de setembro de 2013 | 20h46

A presidente Dilma Rousseff deu enfoque especial, em seu pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão pelo Dia da Independência, nesta sexta-feira, 6, para ao programa Mais Médicos, que despertou críticas da oposição e das entidades que representam a classe médica.

A presidente citou o programa ao falar do pacto pela Saúde, uma das respostas do governo federal aos protestos populares de junho que tomaram o País. "O Mais Médicos está se tornando realidade, e tenho certeza de que, a cada dia, vocês vão sentir os benefícios e entender melhor o grande significado deste programa", disse a presidente.

Em resposta a uma das principais críticas ao programa, ela disse que o País precisa de mais investimentos em hospitais e equipamentos, mas "a falta de médicos é a queixa mais forte da população pobre".

O "Mais Médicos", lançado pelo governo federal na forma de uma Medida Provisória em julho, tem como principal objetivo levar profissionais da medicina para regiões distantes dos grandes centros, que hoje estão desassistidas. Um dos pontos que o programa prevê é importação de médicos estrangeiros.

A presidente ressaltou que os profissionais estrangeiros vão ocupar apenas as vagas que não forem preenchidas por brasileiros. "Não é uma decisão contra os médicos nacionais. É uma decisão a favor da saúde".

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