Diante de acusações, 'Cansei' volta a dizer que é apartidário

Movimento pretende fazer uma manifestação em frente ao edifício da TAM para marcar um mês da tragédia

Anne Warth, da Agência Estado,

01 Agosto 2007 | 17h21

Depois de ter perdido o espaço publicitário gratuito que as principais redes de televisão haviam cedido e diante das acusações de motivações político-partidárias por parte da Executiva Nacional do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a liderança do Movimento Cívico pelos Direitos dos Brasileiros, mais conhecido como "Cansei", marcou para esta quinta-feira esclarecimentos sobre os principais objetivos da campanha.   Em nota divulgada nesta quarta-feira, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Luiz Flávio Borges D'Urso, voltou a dizer que o movimento é apartidário e não se coloca contra qualquer esfera governamental, seja municipal, estadual ou federal. "Encerra um conceito maior que é 'cansei de não fazer nada' e quer instar a sociedade brasileira a se articular para mudar o Brasil", diz.   O movimento pretende fazer uma manifestação no próximo dia 17 em frente ao edifício da TAM Express, local do acidente que matou 199 pessoas, um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do acidente aéreo. A data marca um mês da tragédia. D`Urso também deverá anunciar a criação de uma agenda positiva, com propostas para a solução dos problemas apontados pela campanha publicitária.

Mais conteúdo sobre:
'Cabsei'OAB-SPMovimento Cívico

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.