Deputado Mário de Oliveira (PSC-MG) renuncia ao mandato

Em 2007, ele foi acusado de contratar pistoleiro para matar o deputado Carlos Willian (PTC-MG)

Bernardo Caram, Agência Estado

15 Julho 2013 | 19h59

Brasília - Renunciou nesta segunda, feira, 15, o deputado federal Mário de Oliveira (PSC-MG). A carta de renúncia do parlamentar, que foi sucedido pelo suplente Stefano Aguiar (PSC-MG), foi lida no plenário da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira, 15.

Em 2007, Mário de Oliveira foi acusado pela Polícia Civil de São Paulo de ter contratado um pistoleiro por R$ 150 mil para matar o deputado Carlos Willian (PTC-MG). A motivação teria sido a recusa de Willian em se renunciar para que assumisse o suplente Antônio Carlos de Moraes, pastor da mesma igreja de Oliveira.

O esquema teria sido descoberto antes da consumação do ato. O processo, que chegou ao Supremo Tribunal Federal, foi arquivado por falta de provas.

De acordo com o líder do PSC na Casa, André Moura (SE), o motivo da renúncia foi um problema de saúde. Moura afirmou que o deputado não atuava há mais de um ano e o mandato já estava sob a responsabilidade do suplente. Segundo ele, após os primeiros quatro meses de afastamento, Oliveira deixou de receber a remuneração de deputado.

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